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CARTA AOS ROMANOS






Escrita em (56 - 57 D.C)
Tema; (O Evangelho de Deus; Rm 1.1,16).


Nossa introdução:
Com ousadia em nosso pequeno conhecimento, confiança no meu Deus, pelo precioso Espírito Santo, que vos deliberei ainda que, resumidamente como os demais estudos, mais cuidadosamente transmitir este tão importante estudo; Pautadamente, como se tivéssemos em uma sala de aula de nossa “Escola Dominical” “A CARTA AOS ROMANOS”.
Te outorgando o direito de perguntar, para não ficar nada na sombra de dúvidas.
Porém, para uma melhor compreensão do que Paulo nos esclarece, gostaria que cada leitor ou cada ouvinte de nossas menssagem pudessem ler no mínimo três vezes a Epístola toda, antes do estudo!
Com tudo isso devemos procurar entender o que o apostolo quer dizer com lei, graça, fé, justiça, carne, espírito, etc.
Principalmente o pastor da Igreja local, para um melhor, estudo e aperfeiçoamento, e, por favor, ao estudarem sempre de Bíblia aberta, assim como nos demais estudos; para que você possa sentir a pureza da Palavra de Deus, e de nossa intenção para com o rebanho de Deus, que Ele comprou com seu próprio sangue, (At 20.28).
Introdução; (1.1-17).
I. O homem precisa desesperadamente da Justiça de Deus, (1.18-32).
a) A necessidade dos gentios, (1.18-32).
b) A necessidade dos judeus (2.1-16).
c) A necessidade Universal, (3.9-20).
II. A Gloriosa Provisão Divina da justiça, (3.21-5.21).
a) Resumo da justificação pela fé, (3.21-31).
b) Abraão como exemplo da justificação pela fé (4.1-25).
c) As bênçãos e a certeza da justificação, (5.1-11).
d) Contraste entre Adão e Cristo, (5.12-21).
1. Adão: Pecado/condenação/Morte
2. Cristo: Cristo/ Justificação/vida
III. A concretização da justiça pela fé, (6.1-39).
a) Liberdade da Escravidão do pecado, (6.1-23).
1. Morrendo com Cristo para o pecado (6.1-14).
2. Vivendo com Cristo como servos da Justiça (6.15-23).
b) Liberdade do conflito sob a Lei (7.1-25).
c) Liberdade Mediante a Lei do Espírito da vida, (8.1-39).
IV. Justiça pela fé relacionada com Israel (9.1-11.36).
a) O problema da rejeição de Israel,(9.1-10.21)
b) O triunfo do plano de Deus, (11,1-36).
V. Aplicações praticas da justiça pela Fé, (12.1-15.13).
a) O crente e a consagração (12.1,2).
b) O crente e a comunidade, (12, 3-21).
c) O crente e o estado, (13,1-7).
d) O crente e a lei do amor, (13.8-15.13).
e) conclusão, (15.14-16.27).

A CARTA AOS ROMANOS FOI ESCRITA em Corinto durante a terceira visita do Apostolo Paulo a essa cidade, (2Co 13.1; At 20.2).
Foi acertadamente colocada em primeiro lugar nas Epístolas, porque é a exposição mais completa do Novo Testamento sobre as verdades centrais do cristianismo.
A Epístola foi escrita por causa da intenção de Paulo de visitar os cristãos romanos, e o seu desejo de comunicar-lhes as grandes doutrinas da graça que lhe foram reveladas O tema da Epistola é “o evangelho de Deus”, ( Rm 1.16)
Esta é a designação mais ampla possível de todo o corpo da verdade da redenção. Relaciona-se com todo o mundo “porque não há acepção de pessoas” (2.11) com Ele que é “o Deus dos judeus” e “também dos gentios, (3.29).
“Da mesma forma toda a humanidade foi considerada culpada, (3.19,23), e uma justificação foi revelada suficiente para as necessidades do homem e recebida mediante a fé,(3.28).
A carta aos romanos expõe a provisão divina da graça de Deus através da qual Ele pode declarar os pecadores justificados mediante a obra expiatória do seu filho justo.
Ela prossegue expondo a natureza da nova vida que todas as pessoas justificadas podem desfrutar, através do poder do Espírito Santo que habita nelas.
A seguir a Epistola revela a sabedoria e a graça soberana de Deus, operando o seu propósito através da infidelidade de Israel.
Conclue impondo a todos os cristãos a obrigação de recipientes das “Misericórdias de Deus”, (12.1), para viver vidas de serviços consagrados.
A expressão chave da Epístola é “A Justiça de Deus”, (1.17;3.21,23).

A Epístola Pode ser dividida assim:

CAPÍTULO 1.1-32; A Exposição Magna da fé Cristã;
Lição de nº 01.cap. 1. 17;

Introdução e Tema, (1.1-17).

I. Do v. 1-7; Paulo escreve sua breve saudação; humildemente se apresenta como servo, sendo chamado para ser apostolo, e separado para o evangelho de Deus, do qual os profetas do V. T. falaram acerca de Jesus, como Filho de Deus, com poder, segundo o Espírito de Santificação.
Esta expreção refere a terceira pessoa da Santíssima Trindade. Sua santidade o separa totalmente do espírito humano, do pecado, e do mundo, e descreve tanto sua característica como sua obra, ( Gl 5. 16 – 24 ).
V. 7= a idéia básica, na palavra “santo” é “separado, para o evangelho de Deus, v. 1;
Os crentes foram separados do pecado, do mundo, aproximando de Deus, e consagrados para servi-lo.
Do v. 8 -15; Paulo nos fala da fé dos romanos, e de sua vontade estar juntos; vejam com Paulo se expressa: “Desejo ver-vos, para comunicar algum dom espiritual”, v. 11;
Paulo apresenta também suas justificativas do desejo e dever, dizendo sou devedor tanto a gregos como à bárbaros, tanto a sábios como á ignorantes.
Mas também que foi impedido pelo Espírito.
Portanto no final do Texto, ele promete, ”quando estiver em mim estou pronto para também anunciar o evangelho a vós que estas em Roma”; “Portanto se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim se não anunciar o evangelho”! ( I Co 9. 16).

V. 16= O TEMA, MELHOR,O ASSUNTO DA EPISTOLA;

1. O Evangelho, “É o poder de Deus para salvação de todo aquele que crer” ( Rm 1. 16).
A mensagem é que Cristo salva o mais vil pecador, ( Jo 3. 16). A expressão “não me envergonho do evangelho” é uma figura de linguagem chamada litotes, que significa afirmar, pela negação do contrário.
2. A revelação da Justiça de Deus, ( v.17).
A “Justiça de Deus” aqui não é a justiça pessoal, nem legal, mas a Justiça com que Deus justifica os pecadores pela fé,( Rm 3. 21,22),
Esse plano de Deus para a salvação não é pelas obras, mas pela fé, (Rm 3. 24-26). “De fé em fé” significa sola fides a fé somente. Não é de fé em obras.
3. A justificação pela fé. Toda a Epistola aos Romanos, Paulo faz girar em torno da “salvação pela fé”, pois “o justo viverá da fé”, ( Rm 1,17).
Essa expressão significa que a salvação é pela fé,(Ef 2. 8, 9; Tt 3. 5). Esse é o tema da Epistola.
A Justiça de Deus é a revelação fundamental do Evangelho. Através da carta de Paulo aos Romanos, o cristão pode compreender melhor o que Deus fez em seu favor mediante Jesus Cristo. Assim, você deve, em primeiro lugar, ler a carta aos Romanos repetidas vezes, com oração e humildade, se possível até memorizar, para ruminar, suas palavras no dia-dia.
Deve procurar entender o que o apostolo quer dizer com lei, graça, fé, justiça, carne e espírito, etc.
I. O homem precisa desesperadamente da Justiça de Deus,( Rm 1. 18 -3.20).
a) A necessidade dos gentios, ( Rm 1. 18 -32).
Neste texto que estamos adentrando, Paulo fala sobre a condição dos gentios que, representam a raça humana, diante de Deus. O Apostolo discorre sobre o assunto, mostrando a pecaminosidade humana e realça a Justiça de Deus.
1) A idolatria e depravação dos gentios:
V. 18= Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela injustiça.
A ira ( no grego é orge), de Deus, é uma expressão da sua Justiça e do seu amor.
É a indignação pessoal de Deus e sua reação imutável diante de todo pecado, ( Ez 7. 8,9; Ef 5. 6; Ap 19. 15; causada pelo comportamento iníquo do ser humano.
2) “Não Glorificaram Como Deus; ainda que tenham conhecido; pelo que também Deus os entregou as concupsciências do seu coração;...porque mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram , mais a criatura do que o Criador, que é Bendito eternamente, amem”, VV. 21 – 25).
Embora os versículos 21 – 28; tratem principalmente da depravação cada vez pior entre os ímpios, eles também apontam os princípios, por que um dos pecados principais dos lideres cristãos que caem é a imoralidade, (v.24).
Quando os lideres da Igreja tornam-se orgulhosos, v. 22, buscam honra para si mesmo, v.21; e exaltam a si mesmo, ( a criatura) mais do que o Criador, v.25; uma porta se abre, então, na sua vida, a impureza sexual e a vergonhosa concupiscência, VV. 24-26; Caso não voltem arrependidos, serão por fim serão controlados por uma mente pervertida, ( v. 28).
Tais pessoas talvez prossigam na concupsciência e pecados vergonhosos, em quanto justificam seus próprios atos como sendo fraqueza humana comum, persuadindo a si mesmo que ainda estão em comunhão com o Espírito Santo, e no gozo da salvação. Fecham seus olhos à advertência bíblica de que “nenhum fornicador, ou impuro ... tem herança no reino de Cristo, ( Ef 5. 5).
3) A imoralidade;
a)Perversão sexual, A idolatria leva o homem à imoralidade. O que o Apostolo introduz no v. 24, é esclarecido nos VV.26,27; Inclui como conseqüência dessa apostasia o homossexualismo, tanto masculino como feminino.
Há sete passagens bíblicas que fazem menção do homossexualismo, e todas condenando ou mostrando tal pratica como algo degradante e abominável, ( Gn 19. 1 – 11; Lv 18. 22; 20.13; Jz 19. 22-25; Rm 1. 25-27; ICo 6. 9,10; I Tm 1. 9,10).
b) A sociedade moderna; A medida que o tempo vai passando, a sociedade vai tornando mais permissiva, e os homens vão se afastando cada vês mais de Deus.
Para nossa perplexidade, há pseudocrístãos alegando tais praticas como coisa natural.
Paulo declara que “Deus o entregou, melhor os abandonou às paixões infames”... v.26; porque não reconheceram a Deus.
Declara ainda tais praticas como: torpeza, uso desnatural, “contrário a natureza”. Diz ainda em outro lugar que os tais não herdarão o reino de Deus, ( I Co 6. 9,10; Gl 5. 19 – 21).
Um sinal evidente de Deus ter abandonado qualquer sociedade ou povo é que tais pessoas tornam-se obcecadas pela imoralidade e perversão sexuais.
As três etapas do abandono por Deus, à impureza são:
a) Ele entrega as pessoas aos prazeres sexuais pecaminosos que degradam o corpo, v. 24; b) Ele as entrega a paixões homossexuais ou lésbícas vergonhosas, ( v.26,27). C) Ele as entrega há um sentimento perverso, i.é sua mente justifica suas ações, iníquas e pensam continuamente no mal e nos prazeres dos pecados sexuais, ( V. 28 ).
Concluindo o comentário do cap, primeiro, vamos observar com atenção o que está reservado no v. 32;
“Os quais conhecendo a justiça de Deus, que são dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem”, v.32;
A última palavra de Paulo sobre a pecaminosidade tem a ver com a condenação por Deus de uma condição do ser humano merecedora de maior juízo do que a própria pratica do pecado, i.é. apoiar, aprovar, e incentivar o mal, sentindo prazer nas praticas imorais dos outros.
Esse é o derradeiro grau da depravação – deleitar-se com a concupiscência e a iniqüidade dos outros. E o pecado como entretenimento. (1) A palavra “consentem”, do gr, suneudokeo que significa; concordar, consentir, ou solidarizar-se indicando prazer imodesto nos pecados dos outros ora prevalecente na sociedade humana. (2) Em nossos dias sabemos quã grandes danos são produzidos pelas cenas imorais que dominam a mídia do entretenimento; mesmo assim, muitos consentem nisso, tendo nelas prazer.
Quem se diverte, olhando outras pessoas pecarem e cometerem atos malignos, mesmo sem os praticar pessoalmente, receberá a mesma condenação divina, que aqueles que cometem.
A iniqüidade aumenta, em qualquer sociedade onde não há restrição da desaprovação, pelos outros, de tais males.
(3) Logo, aqueles, ( e especialmente aqueles que professam fé em Jesus Cristo) que se divertem com as praticas imorais dos outros, mesmo sem cometê-las contribuem diretamente para predispor a opinião publica à imoralidade e, portanto, à corrupção e por fim, a condenação eterna de um numero infinito de pessoas. Esse pecado é digno da morte, ( V.32), e será desmascarado e condenado no dia do Juízo, ( II Ts 2.12).
O quadro funesto e aterrorizador em que se encontra o homem é mostrado neste estudo pelo apostolo Paulo.
Isso serve também, para mostrar de onde viemos e,dessa forma, conscientizar cada crente da graça e da bondade de Deus.
Sejamos agradecidos a Ele por sua provisão quanto a nossa completa e eterna redenção em Cristo Jesus.

CAPITULO – 2. 1 –16; A necessidade dos judeus.
... Tu que julgas, fazes o mesmo? No cap. primeiro, Paulo mostrou que os gentios se entregaram-se a pratica do pecado.
Neste capitulo, ele demonstra que os judeus praticam as mesmas coisas e, igualmente precisam da salvação em Cristo Jesus. No v. 3; Paulo continua,... fazendo-as tu as mesmas coisas, nós concluímos. Uma pessoa, antes de procurar melhorar os outros, deve melhorar a si mesma abandonando seus próprios pecados. Igrejas há que se esforçam para levar a sociedade ímpia à observar os padrões bíblicos, enquanto elas por sua cegueira espiritual, não vêem o mundanismo e a imoralidade entre seus próprios membros.
Jesus os chama de “hipócritas tais pessoa”(Mt 7. 5; Lc 6.42). Nos VV 6, 7; a Bíblia nos diz que Ele Deus os recompensará segundo suas obras.
É verdade que as obras não salvam, mas elas dão a evidencias pública que servem de instrumento para Deus julgar, ( Pv 24. 12).
O Juízo, segundo a obra de cada um, é um principio divino baseado na justiça, e não podia ser diferente.
É outra maneira da expressão da lei da semeadura, ( Gl 6. 7). Por favor, não confundir com a doutrina paulina da salvação pela fé, o apóstolo não está ensinando a salvação pelas obras, mas salientando a imparcialidade do julgamento divino sobre gentios e judeus. Caso contrário, o apóstolo estaria numa contradição insuperável, ( Rm 1. 17;Gl 3. 11; Ef 2. 8, 9; Tt 3. 5).
(Devemos entender “vida eterna aos que, com perseverança em fazer o bem, procuram glória, honra e incorrupção” v. 7) como resultado da vida cristã – fruto do Espírito ( Gl 5. 22).
Nos VV. 8 – 10; podemos ver o orgulho dos judeus.
A responsabilidade dos judeus é maior do que as dos gentios por causa de seus pendores religiosos e das bênçãos espirituais que Deus lhes conferiu, ( Rm 9, 4,5).
Como as bênçãos divinas foram dirigidas primeiramente aos judeus o julgamento há de vir na mesma proporção, VV. 9, 10.
Também perecerão, V.12-14;Todos aqueles que continua-rem no pecado, mesmo não tendo nenhum conhecimento da Lei de Deus, perecerão, porque terão uma certa medida de conhecimento do certo e do errado, VV. 14,15;
Jesus disse: “Haverá menos rigor para os de Sodoma, no dia do juízo, do que para ti” Mt 11. 24).
Isso mostra que há graus de castigo no juízo divino.
Assim como há escalonamento no galardão dos salvos, (Ap 22.12), da mesma forma haverá graus de punição para os condenados. Os judeus incrédulos são condenados pela própria lei, pois foram agraciados por Deus pela lei escrita a luz maior.
Os gentios por outro lado, terão um julgamento proporcional a luz natural – luz menor.
Como não tiveram acesso a lei, serão julgados pela luz de uma consciência.
“Estes mostram a norma da lei gravada nos seus corações, testemunhando-lhe juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os quer defendendo-os, no dia em que Deus por meio de Cristo Jesus, julgar os segredos dos homens, de conformidade com o meu evangelho”, ( VV. 15,16).
A consciência sabemos que é a faculdade inata no ser humano, capaz de discernir entre o bem e o mal.
É a lei de Deus nos corações.
Se nos incrédulos é o testemunho capaz de convencer o homem natural entre o certo e o errado, quanto mais nos crentes!
Temos a consciência iluminada pelo Espírito Santo e gravada pela graça.
Todo o conteúdo a partir do v. 6, é resumido no v, 16, Jesus Cristo é o Juiz de todos os homens, (At 17. 31; II Co 5. 10), e conhece o mais profundo do coração dos homens.
Nós podemos ler cuidadosamente a partir do v. 17 a 28; e concluímos o que Paulo nos esclarece no v. 29.
Concluindo podemos dizer; O verdadeiro judaísmo não foi simplesmente uma questão de observância externas ou da guarda exata das ordenanças, mas uma atitude do coração para com Deus, como Paulo diz no v. 29; não é na letra, mas no espírito.
O judaísmo que baseia tudo minuciosamente na guarda exterior da lei, (Rm 2.28,29; não e o verdadeiro judaísmo, mas uma perversão, e foi condenado pelo Senhor Jesus Cristo, ( Mt 15. 6).
Finalizando o cap. 2, podemos dizer:
Os judeus servem de aviso para todos nós.
Muitas vezes nos orgulhamos do pentecostalismo, do nosso ministério, da estrutura da Igreja que dirigimos, dos dólares fora do País, quando deveríamos cuidar com mais atenção da obra da evangelização e de buscarmos para ensinar, o poder do Espírito Santo, e, assim para não correr o risco de perder ou deixar de receber os “GALARDÕES,Ap 22.12).
Capitulo 3. 1 – 20; Todo o mundo é culpado diante de Deus, ( 1. 18 – 3. 20).
Rm 3. 2= Provando a culpa do mundo, Paulo apresenta o testemunho de três formas de revelação divina, isto é, a vontade de Deus conforme revelada na Lei e nos profetas;
a) Contra o pagão, o testemunho da criação, ( Rm 1. 19,20); b) Contra o moralista; o testemunho da consciência, (Rm 2,15); e c) contra o judeu, o testemunho das Escrituras.
Nos caps. 1 e 2, Paulo no mostrou que todo mundo, seja gentio, ou judeu, é escravo do pecado.
Agora no cap.3, a partir do v. 9 – 18, ele explica o porquê disso, e ensina que todo ser humano tem uma natureza pecaminosa, que o instiga ao pecado e ao mal, VV. 10 – 18;
Disso resulta que todos são culpados e estão debaixo da condenação de Deus, ( v.23).
VV. 10 a 18 = Estes versículos expressam o exato conceito da natureza humana. Todas as pessoas, no seu estado natural são pecadoras,
A totalidade do seu ser é afetada negativamente pelo pecado, sendo também propensa a conformar-se com o mundo.
v. 18 = “Não há temor de Deus diante de seus olhos”.
Porque a humanidade continua em tão deplorável condição? Porque “não há temor de Deus diante de seus olhos”, se tivesse temor de Deus teriam buscado reconciliação e a Paz com Deus. “Pelo temor do Senhor os homens se desviam do mal” (Pv16.6).
Cap. 3. 21-5.21); Justificação pela fé em Cristo. A Justiça de Deus é tudo o que Deus exige e aprova, e encontra-se em última análise no próprio Cristo, que cumpriu totalmente, em nosso lugar, todas as exigências da lei.
Através de imputação, Cristo “se nos tornou,,, justiça”, (ICo 1.30; Lv 25.47 – 52; Rm 3. 26; 4.6,etc.).
V. 22 = “justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem porque não há distinção ou diferença. “Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”, ( v.23).
Vemos aqui que Jesus Cristo é o real objeto de nossa fé, (Jo 3. 16; At 16. 31).
A fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, é a única condição que Deus requer do pecador para sua salvação.
V. 23 = “Pois todos pecaram e, estão destituídos da glória de Deus”. As Escrituras declaram, a observação descobre, e a experiência humana comprova que o pecado é um fato incontestável. O pecado é um vírus que atingiu toda a raça humana.
É uma chaga universal, é um tormento coletivo.
Somente Jesus pode libertar o homem de seus funestos efeitos. Há diversos termos que são usados para definir o que vem a desvendar a natureza verdadeira do pecado em suas múltiplas manifestações.
O pecado é 1) transgressão, infração da Lei, limite divino entre o bem e o mal, ( Sl 51.1; Rm 2. 23); 2). Iniqüidade, toda iniqüidade é uma ofensa, e injustiça contra Deus,I Jo 3.4;5.17; Is 61. 8). pecado um ato inerentemente errado, quer expressamente proibido ou não(Rm 1.21-23). 3) erro, errar o alvo, errar o caminho, um afastamento do bem, (Rm 1. 18; I Jo 3. 4).
4) delito,a invasão da vontade própria, na esfera da autoridade divina.Jo 16. 9
5) Rebeldia, ou anarquia espiritual, ( I Tm 1. 9).
6) incredulidade, ou um insulto a Deus, ( Jo 16. 9),
7) Impiedade, (Rm 1.18; iiTm 2. 16), impiedade é o mesmo que falta de reverência a Deus. Há pessoas que não dão a menor importância às coisas que se relaciona, ou se referem a Deus.
8) Desobediência,toda desobediência é pecado, o apostolo esclarece na Carta aos Romanos, que a raiz do pecado dos nossos pais no jardim, foi a desobediência, ( Rm 5. 12, 19).
Podemos citar inúmeras ocorrências com Israel em conseqüência da sua desobediência aos preceitos do Senhor,( ISm 3. 12 – 14; 13. 13, 14) etc.
A desobediência também é motivo para impedir o favor do Senhor, isto é, Deus não dispensa sua graça aos desobedientes, (I Sm 13. 14), significa que tal pecado impede que o homem receba suas bênçãos divinas (Js 5. 6; I Sm 2. 30; Jr 18.10).
Cap. 3. 24 = Este versículo nos fala de redenção, que significa libertar pagando um preço.
A obra de Cristo cumprindo os tipos e as profecias, do V. T. sobre a redenção apresenta-se em três palavrasgregas importantes:
1) Agorazõ, comprar no mercado. O homem é considerado como um escravo, “vendido sob o pecado” ( Rm 7. 14), e sobre sentença de morte,( Ez 18.4; Jo 3. 18,19; Rm 6. 23), mas sujeito á redenção pelo preço de compra do sangue do Redentor, ( I Co 6. 20 7. 23; II Pe 2. 1; Ap 5. 9; 14. 3,4).
2) Exagorazõ; Comprar e tirar do mercado. Isto é, comprar e não deixar exposto a outras vendas, Gl 3. 13; 4. 5; Ef 5. 16; Cl 4. 5), falando da finalidade da obra de redenção.
( Mais uma vez, companheiro estudante, não esqueça, sempre de Bíblia aberta, para o nosso bem! Obrigado!)
3) Lutroõ, desamarrar ou soltar ( Lc 24.21; Tt 2. 14; I Pe 1.18), forma nominal, lutrõsin, ( Lc 2. 38; Hb 9. 12) etc.
“Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, sem as obras da lei”, cap. 3. 28. Porém falaremos nesse palpitante assunto, no próximo capitulo, quando vamos usar segundo a Palavra de Deus, “o patriarca Abraão, como modelo de nosso assunto. “A justificação.
CAPITULO; ( 4. 1 – 5.21); Abraão como exemplo da justificação pela fé, ( Rm 4. 1 – 25). Como toda á epistola de Paulo aos Romanos gira em torno da “salvação pela fé, (1. 17), é demonstrado no cap. 4, que doravante vamos estudar os elementos usado pelo apóstolo Paulo, como sustentação dessa doutrina.
A salvação pela fé, e não pelas obras, isto é pela guarda da lei, não é uma doutrina peculiar do N.T. e, também, características do V. T. Paulo retrocede no tempo, para além de Moisés, e toma Abraão como Exemplo de fé.
Abraão tinha fé em Deus, is.é, cultivava um dedicado e leal relacionamento com seu Deus, cria nas suas promessas, ( vv20,21; Gn 12. 1-3; 15. 5,6), e vivia em obediência ao Senhor,( Gn 12. 1-4; 22.1. 19, etc.
Ele estava com 75 anos quando partiu de Harã.
Deus prometera-lhe multiplicar a sua descendência, e dar-lhe a terra de suas peregrinações.
Promessa esta ratificada quando Abraão era já velho, o qual não duvidou do poder de Deus, nem de sua promessa.
Essa fé em Deus foi imputada, ou “considerada como justiça. Todo este cap. 4 de Romanos, gira em torno de, ( Gn 15. 6);
“Ele creu no Senhor e isso lhe foi imputado por justiça”.
O apostolo esta mostrando que Abraão foi justificado diante de Deus pela fé, e não pelas obras.
Considerando o parágrafo acima, espelhando o capitulo 4 todo girando em torno da justificação, avançamos de imediato ao;

CAPITULO = 5. 1 -11; As bênçãos e a certeza da justificação; Lição de nº5; Cap. 5. 1 – 11;

“Sendo, pois, justificados pela fé temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo”;
Depois de demonstrar, com base no A.T. a doutrina da justificação pela fé, Paulo agora começa a enumerar as bênçãos provenientes dessa doutrina. Em Rm 4. 25; Paulo declara que Jesus ressuscitou para nossa justificação.
Isso serve de ponto de partida para o cap. 5;
A justificação pela fé produz vários resultados no crente, A paz, com Deus, a graça, a esperança, a firmeza, e as tribulações o amor de Deus, o Espírito Santo, o livramento da ira, a reconciliação com Deus, a salvação pela vida e presença de Jesus, e o regozijo em Deus, (VV. 1 -11).
Os caps. 5 a 8, registram os privilégios dos que são justificados pela fé: Paz com Deus, (Rm 5); União co Cristo, ( Rm 6); libertação da lei, ( Rm 7) e vida abundante no Espírito, ( Rm 8).
“Temos Paz”, com Deus nos torna aceitos por Cristo.
E dessa forma não estamos mais sob a ameaça da ira de Deus. “Entrando pela fé a esta graça, ( v.2a ); graça é favor imerecido.
Nós não merecíamos a salvação, mas por Jesus, agora, temos acesso a esta graça, na qual estamos firmes.
É Cristo quem introduziu o pecado a presença de Deus.
“Estamos firmes” significa o efeito continuo da justificação. “E nos gloriamos na esperança da glória de Deus”, ( 2b ),
“Gloriamos” revela o regozijo e o gozo inefável do crente como antecipação das bênçãos futuras.
“Glória a Deus” é o mesmo que a manifestação de Deus.
Aqui é uma expressão que significa o céu, lugar da habitação de Deus e de sua manifestação.

Gloriar-se nas tribulações, ( v. 3ª). O quadro glorioso registrado nos VV. 1 e 2 não significa uma vida totalmente isenta de tribulações. Jesus disse “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, toma sua cruz e siga-me”, ( Mc 8. 34 ).
Essas tribulações não são apenas dores, enfermidades, depressões, tristezas nem aflições; são também as pressões deste mundo hostil que crucificou o nosso Senhor Jesus Cristo, ( At 14.22).
Jesus disse que no mundo teríamos aflições, mas disse; “mas tende bom animo eu venci o mundo”, ( Jo16. 33).
A tribulação produz a paciência, (v. 3b) Paciência no grego, é hypomene, que vem de duas palavras gregas; hypo.”sob” e o verbo meno.”permanecer”,
O referido vocábulo significa: “paciência, perseverança, firmeza, fortaleza”. É a virtude de alguém sofrer com resignação.
Se não existisse sofrimento não existiria paciência.
Estejamos certos de que o bem proveniente da paciência é maior do que os males das tribulações.
A paciência produz a experiência,( v.4ª ),
A paciência nas perseguições torna o cristão aprovado e vitorioso (II Tm 1. 4,5). Para o nosso amadurecimento, e para uma maior aproximação com Deus.
A experiência produz a esperança, ( VV.4b e 5). O caráter cristão é produzido em meio aos sofrimentos. É nessas circunstâncias que o Espírito Santo mais trabalha a nossa vida gerando em nós a confiança de que Deus nos levara a glória do porvir. A esperança está entre as principais virtude da fé cristã, ao lado do amor e da fé, ( I Co 13. 13).
“Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus, pela morte de seu Filho, muito mais estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida”. ( Rm 5. 10).
A salvação do crente provém do sangue de Cristo e de sua vida ressurreta, pelos quais o crente é perdoado e reconciliado com Deus. Se Deus nos amou de tal ponto de enviar seu Filho para morrer por nós, quando ainda éramos inimigos, quanto mais agora que somos seus filhos.
Ele tomará todas as providências para nos salvar da ira vindoura, mediante a fé que agora temos no seu Filho.

“E não somente isto, mas também gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançarmos a reconciliação”.
Agora sabemos e sentimos que estamos reconciliados com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.
Por isso, desfrutamos desses benefícios e privilégios.
Quem ainda não tem essa esperança nem está usufruindo das bênçãos mencionadas neste estudo através da Bíblia, precisa urgentemente crer na graça de Deus, aceitando a Jesus como teu Salvador pessoal, ( At 16. 30 e 31).

CAPITULO 6.1- 14 – 15 - 8.1 - 39;
Lição de nº 6; cap.61-14;

III. Santificação através da união com Cristo em sua morte e ressurreição ( 6.1 – 14 - 8.1 – 39;
Até aqui temos visto que o homem é salvo pela graça de Deus, sem as obas da lei. O cap. 6, mostra e nos ensina que a vida cristã requer santidade e um coração puro.
A graça não significa que o cristão esteja isento se suas responsabilidades diante de Deus, da Igreja e da sociedade.
Depois de haver demonstrado que a salvação dos gentios e judeus dá-se unicamente pela fé, por meio de Jesus Cristo, agora surge uma dificuldade gerada por uma interpretação errônea.
Se a salvação é pela fé, então cada um pode fazer o que quer e andar como quiser? ( Jd v. 4; Rm 3. 8).
No cap. 6. A partir do v. 1º, Paulo contesta a idéia de que os crentes podem continuar no pecado e ainda assim estarem livres de condenação eterna, em virtude da graça e misericórdia de Deus em Cristo Jesus. Paulo refuta essa idéia; quando diz: “Que diremos, pois, permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante? No ( v, 2) Ele mesmo responde; “De modo nenhum”! “Nós que estávamos mortos para o pecado, como viveremos nele”?
No cap.6. a partir do v. 3; há quatro palavras chave que indicam a responsabilidade pessoal do crente em relação a obra santificadora de Deus.
a) “SABER”; os fatos de nossa união e identificação com Cristo, em sua morte e ressurreição, (VV. 3,6,9);
b) “RECONHECER” ou considerar estes fatos como verdadeiros em relação a nós mesmos, v. 11);
c) “ENTREGAR-SE”, ou apresentar-se uma vês por todas como vivos dentre os mortos para propriedade e uso de Deus,VV.13,16,19;
d) “OBEDECER”, na certeza de que a santificação só pode efetuar-se quando somos obedientes a vontade de Deus conforme revelada em sua Palavra, VV 16, 17;

Morrendo com Cristo para o pecado, (Cap 6. 1 – 14).

No ver. 4; =“De sorte que fomos sepultado com Ele pelo batismo; na morte para que como cristo ressuscitou dos mortos pela gloria do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida”.
Para o cristão o batismo é um símbolo do seu sepultamento e ressurreição com Cristo; mas é muito mais do que isso, quando acompanhado de fé verdadeira, o batismo tem a ver com a nossa rejeição do pecado e dedicação a Cristo o que resulta num fluxo continuo da graça e de vida divina sobre nós.
VIVO PARA DEUS; Batismo significa a identificação com Cristo; na sua morte e sepultamento, a fim de vivermos mediante sua vida ressurreta, ( VV. 4, 5). Tão certamente como Cristo ressuscitou dentre os mortos, nós que temos a verdadeira fé salvifica nEle, andaremos em novidade de vida, ( v. 5).
Nos VV. 4, 5; Paulo ilustra essa situação na pratica do batismo, pois os cristãos no tempo de Paulo tinham essa experiência, ( Mt 28.19; At 2. 38).
Era, portanto, fácil compreender a ilustração do batismo.
Essa passagem com muita clareza, que o batismo é por imersão, como o próprio verbo grego baptizo sugere; “mergulhar, imergir”, o oposto de aspergir.

V. 6, = “Sabendo isto:que o nosso velho homem, foi com Ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais o pecado.
Paulo emprega aqui duas expressões:
1) O “velho homem” que se refere ao “eu” irregenerado do crente; i.é. a pessoa que ele era antes de ser crente, levando a vida no pecado.
Esse velho eu, foi crucificado, i.é. morto com Cristo na cruz a fim de que o crente receba uma nova vida em Cristo e seja um novo homem, ( Gl 2. 20)
2) “Corpo do pecado”, refere-se ao corpo humano, controlado pelos desejos pecaminosos.
Sua escravidão ao pecado já foi abolida na conversão; (IICo 5. 17; Ef 4.22; Cl 3. 9, 10).
Doravante o crente não deve permitir que sua antiga maneira de viver volte a dominar sua vida e seu corpo, ( IICo 5. 17; Ef4.22; Cl 3. 9, 10).
Para você não ficar tordoado, ou para que você possa entender melhor sobre o NOSSO VELHO HOMEM, e OCORPO DO PECADO, abaixo te declararei, com maior luz veja!
Não confundir com ( Gl 5.24); “E o que são de Cristo crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências”, pois no v, 6, o Apostolo fala de algo que já nos aconteceu, em quanto que, em Gálatas, ele fala de algo que acontece com todos os que são crucificados com Cristo.
A primeira (v. 6a ) fala de morte definitiva, legal, cravado, abolido legalmente – e é algo passado, enquanto que a segunda diz respeito à morte moral que é contínua,repetitiva.
Essa morte espiritual do cristão, com respeito a santidade, é morte para o pecado; e a de Gl 5. 24; é a mortificação do nosso “EU”. ... desfeito o homem do pecado, v. 6b ). Essa expressão, usada pelo apostolo denota a natureza pecaminosa que se exterioriza por meio do corpo.
O pecado foi abolido legalmente na morte de Cristo, e com Ele morremos, ( IICo 5. 14)
Diante disso não há como servir a um tirano destronado nem obedecer a um sistema caído.
A palavra grega para “desfeito” tem o sentido de “vencido, dominado” e não destruído .
A expressão; “A fim de que não sirvamos mais ao pecado”, assinala o propósito de tudo isso. Ou seja; devemos servir unicamente a Cristo, que é o nosso Senhor.
V, 9 = “Sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre Ele”.
Esta passagem faz nos lembrar, de Sua revelação à João, na Ilha chamada Patmos, quando falava com sua autoridade:
“Não temas, eu sou o Primeiro e o Ultimo e o que vive; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre, Amem! e tenho as chaves da morte e do inferno”, (Ap 1. 18).
Nossa identidade com Cristo, ( vv8 a 11).

Leia mais uma vez os VV. 4 e 5 e veja a analogia que o apostolo faz.
“Sepultado com Ele pelo batismo na morte”, significa que estamos identificados com Cristo na sua morte.
Da mesma maneira fomos ressuscitados com Ele na sua ressurreição, ( VV. 9 e 10).
Diante disso, vem a conclusão; “Considerai-vos morto para o pecado; mas vivos para Deus em cristo Jesus nosso Senhor”,( v. 11). “Vivo para Deus” significa viver em santidade.
A santificação é um dos aspectos da salvação, bem como a justificação e regeneração, ( I Co 6. 11; Tt 3.. 5 – 7).
Devemos dominar o pecado, ( VV. 12 – 14)
A salvação pela graça, traz como resultado a santificação, ( ICo 6. 11). “Não reine, portanto, o pecado, em vosso corpo mortal”, ( v. 12), implica viver com retidão moral, de maneira irrepreensível e inculpável no meio de uma geração perversa e corrompida, ( Fl 2. 15; Cl 1. 22; Tt 2. 10 ).
Vivendo com Cristo como servo da justiça, ( 6. 15 -23).
Certos crentes da igreja, nos dias de Paulo,presumia que sendo o pecado perdoado mediante a graça de Deus, o cristão não precisa preocupar-se para resisti-lo.
Refutando essa idéia, Paulo explica que cada crente deve continuamente reafirmar e implementar sua decisão de resistir ao pecado e seguir a Cristo, ( 19 ).
1. Tendo aceitado a Cristo, os crentes devem continuar a escolher a quem servirão, (v. 16 ).
a) poderão voltar ao pecado, cessando de opor contra seu domínio, na sua vida pessoal e tornando de novo seus escravos, sabendo que a morte espiritual é eterna, será o resultado disso, ( vv. 16, 21, 23).
b) Ou poderão dominar o pecado, v.17; e continuar a apresentar-se como servo de Deus e da justiça, tendo como resultado, a santificação e a vida eterna, ( vv19 – 22 ).
2. A luz dos versículos 15 -23; quem não tem compromisso com o senhorio de Jesus Cristo, e não se opõe ao domínio do pecado na sua vida pessoal, não tem direito de se referir a Cristo como seu Salvador, “Ninguém pode servir a dois Senhores”, ( Mt 6. 24; Lc 6. 46; II Co 6. 14 – 7. 1; Tg 4. 4; I Jo 2. 15 – 17)).

No v. 16; Paulo solenemente adverte os Crentes que podem pecar impunemente porque estão debaixo da graça.
Se algum crente se entregar ao pecado, tornar-se-a um escravo do pecado, (Lc 16. 13; Jo 8. 34; o que resultará na morte, v. 23, “morte” significa aqui, “eterna perdição ante a face do Senhor” ( II Ts 1. 9; o oposto da vida eterna ,v. 23).

Obedecestes ... à forma de doutrina a que foste entregue,cpt. 6. V. 17).
Na Igreja primitiva, os novos crentes, observavam certos padrões específicos de ensinos e conduta, baseando nos ensinos apostólicos, com comunhão com Cristo, e na dedicação a Ele, ( Mt cpts. 5 – 7; At 2. 42).
(1) Esses padrões eram, mais provavelmente, um resumo da doutrina e da ética cristãs, com que o convertido concordou quando aceitou a Cristo como seu novo Senhor.
É a “Sã doutrina” ou as “Palavras sadias” conforme as referências nas Epistolas pastorais, ( I Tm 1. 10; II Tm1. 13; 4.3) etc.
(2) A suposição de que o cristianismo não tem padrão de ensino regulando o pensamento e a prática, ou, de que a existência de regras de conduta é legalismo, é estranha ao conceito paulino da fé cristã. O cristianismo exige obediência sincera aos padrões divinos, Mc 7. 6).
Liberdade Cristã do Conflito da Lei; ( Rm 7. 1- 25;
Lição de nº 7: Cap. 7. 1 -12;

O capitulo 7 de Romanos, surpreende tanto judeus como cristãos. Estudamos no cap. passado, cap. 6, a necessidade da libertação do pecado, o que o que é perfeitamente compreensível.
Agora vamos estudar a libertação da lei.
O que á lei afinal?
Por que precisamos estar livre dela?
O que o apostolo quer dizer com tudo isso? Você deve ter lido nossas recomendações em nossa introdução; quando digo que deveríamos ler a Carta aos Romanos se possível até memorizá-la. Eis aí a necessidade, de procurar entender o que o apostolo quer dizer com lei, graça, fé, justiça, carne e espírito?
São esses os pontos que vamos meditar, no cap. 7;
a) A lei revelava a vontade de Deus, quanto a conduta do seu povo; ela não foi dada como meio de salvação. Os judeus definem a lei de Moisés como a expressão máxima da vontade de Deus. A lei foi abrogada por Cristo, ( Mt 5. 17; Rm 10. 4; Hb 7. 12).
b) Os rabinos afirmavam que a Lei de Moisés consistia de 613 preceitos divididos em dois grupos.
Os preceitos positivos (o que se deve fazer) são em números de 248, e representavam o numero de órgãos do corpo humano segundo a medicina da época; os preceitos negativos ( o que não é permitido fazer), são 365, e representam os dias do ano.

c)Estes preceitos, segundo eles, foram reduzidos à 11, nos dias de Davi, ( Sl 15. 2 – 5); a 6, nos dias do profeta Isaias Is 33. 15); depois a 3, ( Mq 6. 8); Depois a 2, Am 5. 4); e, finalmente a 1, “o justo pela sua fé viveras” Hc 2. 4b). A doutrina da justificação tem base, portanto, na própria Escritura dos judeus: o Antigo Testamento.
d) No ministério de Jesus havia muitas especulações sobre os preceitos da Lei de Moisés, ( Mt 5. 17,18), também nos dias de Herodes o Grande.
Muitos rabinos resolveram buscar a perfeição dos preceitos da lei. O mais excelente desses mestres só conseguiu observar 230 dos 248 preceitos positivos.
Só Jesus, cumpriu integral e perfeitamente a lei.
Como querem os judeus e outors como os adventistas a justificação pelas obras da lei? Respondam para Deus.
No cap. 7. 1 – 6), o apostolo ilustra essa doutrina, com o casamento. No verso 1,
a) O principio apresentado pelo apostolo, é que a lei tem domínio sobre o homem enquanto este viver.
Meditaremos com cuidado este delicado texto e contextos.
No cap. passado, estudamos que a morte isenta o homem de sertãs obrigações.
Esse principio eram bem conhecido de seus leitores, tanto judeus como romanos, pois era comum a legislação romana.
A ilustração; VV. 2 e 3; Para ilustrar essa doutrina, o apostolo Paulo usa a regra geral e absoluta da indissolubilidade do casamento.
Assim como a lei tem domínio sobre o homem, da mesma forma a mulher está ligada a lei do marido. Por esta razão, ela não poderá ser de outro homem enquanto o marido viver.
Se isso vier a acontecer, ela tornar-se- á adúltera;
“Será considerada adúlterá se, vivendo o marido, unir-se com outro homem”, ( v. 3).
Morrendo o homem, contudo ela estará livre para contrair novas núpcias.
A aplicação dos VV. 4 – 6; A ilustração mostra que os cristãos, estão mortos para a lei. Ou seja; estão livres dela, pois a lei só tem domínio sobre o homem enquanto ele vive, ( v, 1 ).
Nós já morremos com cristo, por isso estamos livre da lei, ( Gl 5. 1 ). Com outras palavras; Já não dependemos da Lei e dos mandamentos do A.T. para sermos salvos e aceitos diante de Deus, ( Gl 3. 23 – 25; 4. 4,5). Fomos alienados da antiga aliança da Lei e unidos à Cristo para a salvação.
Devemos crer em Jesus, ( I Jo 5. 13; receber o seu Espírito e a sua graça, e assim receber o perdão, ser regenerados e capacitados para produzir frutos, para Deus, ( Rm 6. 22,23; 8. 3,4; Mt 5. 17; Ef 5. 10; Gl 5. 22,23).
No contexto passado estudamos que morremos com Cristo, sendo “sepultado, com Ele no batismo na morte, ( Rm 6. 4).
União com Cristo; Com estes três passos:
Principio, Ilustração, e Aplicação; Paulo mostra-nos que, mortos para a lei, somos servos voluntários de Jesus.
Isso evidencia que não estamos mais sobre o domínio da lei. Pois o Senhor Jesus cumpriu a lei, ( Mt 5. 17,18), e morreu por nossos pecados, ( I Co 15. 3).
Como Cristo já satisfez toda exigência da lei,não estamos mais sob a tutela da lei, mas debaixo da graça, ( Rm 6. 14).

a) “Não conheci o pecado senão pela lei”, ( v 7);
Os versículos de 7-25,descreve a experiência pré-conversão de Paulo ou de qualquer outra pessoa que procura agradar a Deus, sem depender de sua graça, misericórdia e poder, ( 8. 5 ).
(“1) Nos versículos 7 - 12; Paulo descreve o período de inocência do individuo até chegar a “idade da responsabilidade”.
“Ele vive” ( v. 9 ), i. é. Sem culpa nem responsabilidade espiritual, até que deliberadamente peca contra a Lei de Deus escrita externamente ou no seu coração, ( Rm 2. 14, 15; 7. 7,11).
(2) Nos VV. 13-20; Paulo retrata um estado de escravidão ao pecado, porque a Lei uma vez conhecida traz inconscientemente o pecado para a consciência e, assim o individuo passa a ser realmente um transgressor.
O pecado torna ser seu senhor, embora ele se esforse para resistir-lhe. (3) nos VV. 21-25; Paulo dele ou de outra pessoa, a medida que o conhecimento e o poder do pecado o reduzem a miséria. Para uma melhor compreensão, do texto entre o v. 7 a 25; vou repetir o texto com outras palavras:
“Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, viveu o pecado, e eu morri”. ( v. 9 ).
Como falamos, os ( VV. 7-25) são autobiográficos, a experiência religiosa de Paulo apresentou-se em três fases fortemente notável.
1) Ele foi um judeus piedoso sob a lei. Que a passagem não se refere a esse período esta claro em suas próprias declarações explícitas em outras passagem.
Naquele tempo ele se considerava “irrepreensível” quanto a lei, ( Fl 3. 5). Ele vivia “com toda boa consciência”. ( At 23. 1 ).
2) Com a sua conversão uma nova luz lançada sobre a lei propriamente. Ele percebia que ela era “espiritual”, v. 14; Ele agora via que, longe avia de tê-la guardado, era por ela condenado.
Ele supunha vivo, mas agora que o mandamento “sobre- veio”, ( v. 9 ). Ele morreu, exatamente quando ele passou pela experiência de ( Rm 7. 7-25), não somos informados.
Talvez foi durante os dias de sua cegueira física em Damasco, ( At 9. 9); talvez na Arábia, ( Gl 1. 17).
É a experiência de um homem redimido, que continua agindo como se estivesse sob a lei, e ainda não totalmente cônscio do poder libertador do Espírito Santo, Rm 8. 2).
3) E com as grandes revelações depois personificadas em Gálatas e Romanos, a experiência do apostolo entrou em sua terceira fase. Agora ele realmente sabia que estava morto para a lei pelo corpo de Cristo e, no poder do Espírito que habitava nele, “livre da lei do pecado e da morte” ( Rm 8. 2), enquanto que a justiça da lei operava nele, ( não por ele ) quando ele andava segundo o Espírito, 8. 4;
Cap. 7. 14 = “Porque bem sabemos que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido sob o pecado, ( ICo 3. 1, 4; “carnal” significa da carne e é a Palavra de Paulo para a natureza adâmica e para o crente que “anda” i.é. vive sob o poder dela.
“Natural” é a palavra característica do homem não renovado, ( I Co 2. 14), como “espiritual” indica o homem renovado que vive no espírito, ( I Co 3. 1. 4; Gl 6. 1.
A expressão “vendido sob o pecado, significa servidão, ou escravidão, do pecado, ( I Rs 21. 20. 25; II Rs 17. 17).
V. 15 = Nesta passagem, de ( 15 – 25), de profunda visão espiritual e psicológica, personifica a luta das duas naturezas dentro do crente, a natureza velha ou adâmica, e a natureza divina recebida através do novo nascimento, ( IPe 1. 23; II Pe 1. 4; Gl 2. 20; Cl 1. 27).
No cap 6. Apresentamos o caminho da vitória sobre o pecado através da identificação com Cristo em sua morte e ressurreição, e o cap. 8 mostrando a obra do Espírito Santo em beneficio do crente, usa a primeira pessoa pronominal apenas ocasionalmente, ( 6. 19; 8. 18, 38).
Nos VV. 15 – 25; o “eu” que é Saulo de Tarso, e o “eu” que é Paulo, o apostolo estão em guerra, e Paulo esta em estado de derrota; enquanto que no cap. 8, Paulo está vitorioso através do espírito que o liberta, uma vitória antecipada pelo grito de desespero, “miserável homem que sou; quem me livrará do corpo desta morte?”, ( 7. 24), com sua admissão da total incapacidade do homem de libertar-se da escravidão do pecado.
Liberdade mediante a Lei do Espírito; ( Cap. 8. 1 – 32).
Lição 8; (Rm 8. 1-14).
Texto- Áureo; Estai, pois firme, na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão, ( Gl 5. 1 ).

Introdução da lição;

Desde o cap. 5 até aqui, em Romanos, o Espírito Santo foi mencionado apenas uma vez, cap. 5 e v. 5; mas neste cap. 8, Ele é mencionado dezenove vezes, e mostra que a vida cristã é abundante no Espírito, como benção da justificação pela fé. Este é o ministério do Espírito, que vamos meditar!
O CONFLITO DA LEI;

1) Considerações preliminares.
É necessário observar que o texto em pauta, começa com a conjunção “PORTANTO AGORA, nenhuma condenação há para o que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”, V. 1; que mostra sua ligação com o capítulo anterior.
É necessário entender a parte final do referido cap. 7. 13 – 25;Pois só entenderemos o capitulo 8, de Romanos se compreendermos devidamente o conflito da lei.

2. Paulo como cristão;
Há muitas discuções sobre este tema; “O conflito da lei”, ( Cap. 7. 13 -25). Como é provável, que o homem do conflito seja ele Paulo, representando os cristãos na sua luta contra o pecado.
E, para essa interpretação, há três argumentos:
a) A natureza pecaminosa do homem, ninguém está totalmente isento do pecado. “Se dissermos que não pecamos enganamo-nos a nós mesmos”, ( IJo 1. 8 ).
b) O tempo verbal antes do v. 12, o apostolo usa o verbo no tempo presente, por exemplo; “... mas eu sou carnal ( V.14), “o que faço não aprovo ... o pecado o pecado que habita em mmim”, ( VV. 15,17). O que não acontece antes, do v. 13; “... despertou em mim ... reviveu o pecado e eu morri,... me enganou e me matou”, ( VV. 8,9,11; que dá idéia do passado.
c) Reconhecimento de suas fraquezas; O conflito espiritual abrange a confissão de alguém com elevado grau de maturidade cristã, pois reconhece suas debilidades diante da lei, algo que um não convertido dificilmente reconheceria.
3. O objetivo do texto de ( Rm 7. 13 – 25);
Paulo mostra a luta do homem religioso querendo obedecer a vontade de Deus, sem Jesus e sem o Espírito Santo.
O propósito do apostolo nessa passagem, é mostrar que nada podemos fazer para obedecer a Deus sem a ajuda do Espírito.
Somos absolutamente impotentes, e necessitamos da libertação do pecado e do “eu”.
Mas isso só é possível em Jesus Cristo, nosso Senhor.
Por isso, o Espírito Santo não aparece nessa passagem e o nome de Jesus Cristo só aparece no v. 25, que é o versículo de transição para o cap. 8, e que inicia com “Portanto”.
II Os que estão em Cristo Jesus. Paulo acaba de demonstrar que a vida sem a graça de Cristo é: derrota, miséria, escravidão do pecado, Agora em Rm 8, Paulo nos diz que a vida espiritual, a liberdade, da condenação, a vida sobre o pecado, a comunhão com Deus nos vem pela união com Cristo, mediante o Espírito Santo, que habita em nós.Ao receber o Espírito, e sermos por Ele dirigido, somos liberto do poder do pecado, e prosseguimos adiante para a glorificação final em Cristo.
Essa é a vida cristã normal segundo a plena provisão do Evangelho.
1. A dupla benção, ( VV. 1 e 2 ). Jesus Cristo, em sua morte e ressurreição nos salvou da condenação – “nenhuma condenação há” ( v. 1) e “a lei do Espírito de vida me livrou da lei do pecado e da morte, ( v. 2 ).
Esta “lei do Espírito de vida” é o poder e vida do Espírito Santo, reguladores e ativadores operando na vida do crente.
O Espírito Santo entra no crente e o liberta do poder do pecado, ( Rm 7. 23). A lei do Espírito.
2. A carne; v.3; O conceito paulino de carne em romanos pode aplicar-se a humanidade, ( Rm 3. 20; a natureza humana, (1. 3 ); ao corpo 2. 28; A descendência de um homem, (4.1), a fragilidade humana, ( 6. 19), a velha natureza do crente, ( 6. 6 ; 7. 18, e 25), e ao homem não regenerado, ( 8. 8).
No v. 3, diz respeito a natureza humana de Cristo, ( v. 3; IJo 3. 5; I Pe 2.22; II Co 5. 21).
3. Uma obra divina; Uma vez que a carne está debilitada e impotente para guardar a lei, acha-se esta impossibilitada de salvar.
O problema, então, não era da lei mas do homem sem qualquer poder para guardá-la.
Lei diz: “faça e viva”, entretanto, a graça diz: “viva e faça”.
Fazemos a vontade de Deus com a ajuda e a dirreção do Espírito Santo para a nossa santificação.
4. a liberdade do Espírito, ( v. 4 ). A liberdade em Cristo que gozamos advém do fato de não estarmos debaixo da lei, mas da graça, ( Rm 6. 14). Uma vez debaixo da graça, “não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito”.
É no cap. 8; que a operação do Espírito Santonavida do cristão, é manifesta com mais clareza.
III. A inclinação da carne, e a inclinação do Espírito.
1. Carnais e Espirituais, ( VV. 5 e 6 ). O apostolo fala de dois grupos de pessoas, os carnais e os espirituais.
Cabe a cada crente fazer sua análise introspectiva para verificar se suas inclinações são carnais ou espirituais.
O homem é aquilo que imagina sua alma, ( Pv 23. 7).
E Jesus afirmou que o homem fala do que seu coração estiver cheio, ( Lc 6. 45 ).
O pensamento do homem norteia o seu comportamento, se a mente é carnal, seu comportamento é carnal, resultando em morte; se a mente for espiritual, seu comportamento é espiritual, resultando em vida e paz.
2. Inclinação da carne; “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita a Lei de Deus, nem em verdade o pode ser”, ( v. 7 ).
Isso significa ter mente carnal, vida controlada pela carne.
Tal pessoa não está sobre o domínio do Espírito. Quem assim vive não pode agradar a Deus, ( v. 8 ).
Só conseguiremos agradar a Deus fazendo-lhe a vontade.
Mas só o conseguiremos se estivermos sob a direção do Espírito Santo.
3.Inclinação do Espírito; Os que são justificados pela fé em Cristo, nasceram de novo, e, portanto, são regenerados. São filhos de Deus. Eles ocupam-se inteiramente das coisas de Deus.
Procuram cada vez mais conhecer a Cristo, inteirar mais da Palavra de Deus, dedicar-se a evangelização, a oração, o jejum quando ele for bíblico, ao louvor, isto é a Sua santificação, lógico;
Porque sua expectativa é a vinda de Jesus.
IV. OESPÍRITO SANTO MORA EM NÓS.
1. Mudança do homem religioso, para homem espiritual,
Interessante é observar o contraste entre os caps. 7 e 8 de Romanos, o apostolo afirma por duas vezes: “o pecado habita em mim”, ( Rm 7. 17, 20);
No cap. 8, é o Espírito Santo que habita em nós, v. 9;
Agora somos devedores ao Espírito Santo, que nos deu a vida. Tem muito mais sobre o v,9, veja: Todo o crente, desde o momento em que aceita Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador tem o Espírito Santo habitando nele... V. 9; I Co 3. 16; 6. 19, 20; Ef 1. 13,14 ). O Espírito Santo é chamado, o, “Espírito de Cristo” ( At 16. 7: Fl 1.19; sã referência a deidade absoluta de Jesus; ( Jo 1.1; 9.5). vejam que o Espírito Santo ou Espírito de Cristo habita em nós v. 9; no versículo 10; lemos que Cristo habita em nós, e o v. 11 diz que somos morada da trindade! “Poque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus”, (Rm 8. 14).
Aqui Paulo mostra a base da certeza da salvação.
Se estivermos fielmente mortificando as ações pecaminosas do corpo, v. 13 estamos sendo guiados pelo Espírito.
Todos os que são guiados pelo Espírito, são filhos de Deus. Assim o Espírito Santo habita no crente como filhos de Deus, a fim de levá-lo a pensar, falar, agir de conformidade com a Palavra de Deus. Somos filhos de Deus por adoção, através do sacrifício VV. 15,16, e 17; Gl 4. 5,,6; Como filhos recebemos o Espírito Santo, e, por meio dEle somos guiados, v. 14; E porque o Espírito de Deus testifica com nosso espírito que somos filhos de Deus, v.16;
O grande privilégio dos filhos de Deus é ser morada do Espírito Santo, ( ICo 3. 16,17).
CONCLUSÃO DA 1ª (primeira) parte da Carta aos Romanos; Os mulçumanos prostram diante de Alá,(Deus em Árabe) como escravo e não como filhos. Os judeus não ousam dirigir-se a Deus como Pai, a pesar de Deus chamar Israel de filho, ( Os 11.1 ).
No entanto podemos dirigir-nos a Deus, Aba Pai.
Com Grande é o privilégio do Cristão em Deus!!! AMÉM!!!
Não fiquem com dúvidas; Façam suas perguntas.
( Daremos seqüência no próximo exemplar).

Pelo Pastor Lourival Caetano de Britto .

nosso e-mail para contato: prlcbritto@hotmail.com



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